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DIDÁTICA - teoria e pesquisa

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Alda Junqueira Marin & Selma Garrido Pimenta - orgs.


 


Trazendo dados das realidades múltiplas do país este livro contribui para a continuidade do debate e da esperança da revisão dessas mesmas realidades quando criticadas, sobretudo em tempos de necessidades urgentes da formação de docentes e de tantas crianças e jovens que precisam se beneficiar da educação, seja ela escolarizada ou em outros ambientes que também fazem uso de fundamentos que a área da Didática fornece.


 


Esta edição recebeu apoio da Universidade Estadual do Ceará – UECE.


 




 


APRESENTAÇÃO


Alda Junqueira Marin


Selma Garrido Pimenta


 


Há 355 anos, Comênio convidava os educadores a pensarem na questão educacional, propondo a utopia da criação de um método que fosse capaz de ensinar tudo a todos, especialmente o domínio da leitura e da escrita, base para a leitura e interpretação dos textos bíblicos. Nascia assim a Didática, no cerne de uma verdadeira revolução social e política, contra a hegemonia do poder do clero católico na condução dos destinos da humanidade. Desde então, dependendo das circunstâncias e dos momentos históricos, ela pode ser considerada como a ciência do ensino; a arte do ensino; uma teoria da instrução; uma teoria da formação ou mesmo uma tecnologia para dar suporte metodológico às disciplinas curriculares. De alguma forma, esteve sempre ligada às questões postas pelos processos de ensino, compreendidos como instrumentos de poder, a serviço de interesses diferentes e contraditórias finalidades.


Sabe-se que as formas de concretização do processo de ensino variam no tempo e no espaço; criam-se e recriam-se produzindo modelos e estruturas que caracterizam cada momento histórico. Ao focalizar o ensino como seu objeto de estudo, necessariamente coloca em foco a práxis docente, pois os professores têm na atividade de ensinar a principal característica de seu trabalho. E será no âmbito da formação desses profissionais que a Didática expressa seu compromisso disciplinar político e social de contribuir para a melhoria das condições de uma educação humana emancipatória.


O ensino é uma prática social complexa. Realizado por seres humanos entre seres humanos é transformado pela ação e relação entre os sujeitos (professores e estudantes) situados em contextos diversos: institucionais, culturais, espaciais, temporais, sociais. Por sua vez, dialeticamente, o ensino transforma os sujeitos envolvidos nesse processo. Considerá-lo como uma prática educacional em situações historicamente situadas significa investigá-lo nos contextos sociais nos quais se efetiva – nas aulas e demais situações de ensino das diferentes áreas do conhecimento, nas escolas de educação básica e superior dos sistemas de ensino, nas culturas, nas sociedades – estabelecendo-se os nexos entre tais contextos. Enquanto práxis social viva, o ensino não é simplesmente orientado pela didática e demais disciplinas que o estudam, o que lhes daria um caráter meramente prescritivo; mas ela participa da trama das ações políticas, administrativas, econômicas e culturais contextualizadas, que incidem na práxis do ensino.


O ensino como prática social vai tomando formas, transformando seus contextos e sendo transformado por eles; assim, ao continuar buscando a compreensão deste objeto em suas múltiplas formas e configurações, e fiel a sua perspectiva epistemológica, a didática vai tomando feições cada vez mais perfiladas a este processo de contínua transformação. Neste diálogo há compassos e descompassos; há ritmos afiados e ruídos dissonantes; há acertos e desacertos.


Grandes questões se colocam hoje à Didática: é possível ensinar tudo a todos? Ao ampliar a participação de todos os sujeitos, ao abrir espaços para a inclusão de todas as camadas sociais no processo de educação, a escola estremece e vacila muitas vezes: o que a Didática tem a ver com isto? De quais professores precisamos hoje? Se ela tem a preocupação com o ensino, os concretizadores deste processo são os professores situados em contextos e, mais uma vez perguntamos: quais orientações e subsídios pode oferecer para a formação de professores?


À medida que os processos de prática educativa se ampliam e se tornam mais complexos, os métodos de investigação deste fenômeno precisam ser re-configurados. Assim perguntamos: o que a Didática tem pesquisado? Quais os temas e com quais métodos? Seus estudos e pesquisas têm permitido uma melhor compreensão da práxis educativa, ou seja, do espaço de concretização do ensino?


Responder a essas questões implica dizer que é certo que as pesquisas têm permitido à Didática adquirir novas configurações, propondo novas perspectivas. No entanto, dadas as condições difíceis em que se coloca a escola hoje – as condições de pauperização dos docentes; a falta de um pacto social de valorização da escola, e em especial, da escola pública – ela ainda tem sido desafiada a encontrar espaços de significação frente a tantas condições desfavoráveis. Como agir/ pensar didaticamente quando não há condições mínimas para a organização de um espaço/tempo educacional que valorize o ensinar e o aprender em todos os níveis da escolarização?


Aceitando e realçando que a Didática estará sempre impregnada das contradições impostas pelos momentos históricos, parece-nos oportuno analisar a produção teórica e as pesquisas produzidas ao longo desses anos, indicando que, quer como campo teórico, quer como prática social, ela funciona como caixa de ressonância e de reverberação dos desafios que o contexto socioeconômico e político propõe à tarefa educativa.


Os ENDIPEs – Encontros Nacionais de Didática e Prática de Ensino – realizados nos últimos 38 anos a cada dois anos constituem fóruns específicos de estudos e pesquisas que apontam para reconfigurações constantes sobre a especificidade da didática frente a esses desafios, assim como têm ampliado o diálogo com as demais áreas que estudam o ensino, apesar de esse movimento também mostrar certa dispersão temática, epistemológica, disciplinar e de foco da Didática.


No livro que ora apresentamos, decidimos resgatar dentre os trabalhos apresentados no XVI ENDIPE, realizado em Campinas, 2012, e que não tenham sido publicados na íntegra em outros formatos – artigos ou capítulos – aqueles que possam contribuir diretamente para essa re-configuração teórica e disciplinar da Didática na formação de professores para a educação básica e superior.


Na primeira parte, são apresentados sete textos oriundos de pesquisas de natureza teórica sobre o campo epistemológico e disciplinar da didática.


No capítulo 1, A DIDÁTICA, AS PRÁTICAS DE ENSINO E ALGUNS PRINCÍPIOS PARA A PESQUISA E A DOCÊNCIA, Alda Junqueira Marin faz balanço das produções na área em dois períodos cruciais para a área mostrando o esgotamento das contribuições a partir da didática fundamental dos anos de 1980, sem negar suas contribuições. Com base em alguns exemplos de meta-análise de pesquisa, e no materialismo histórico-dialético, aponta a necessidade de se avançar em princípios teóricos que possam ser considerados efetivamente como método para a área de modo a que possa se apresentar como um todo orgânico tanto na investigação quanto na docência.


O segundo capítulo intitulado ANTINOMIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES E A BUSCA DE INTEGRAÇÃO ENTRE O CONHECIMENTO PEDAGÓGICO-DIDÁTICO E O CONHECIMENTO DISCIPLINAR foi escrito por José Carlos Libâneo discutindo o tema face aos embates em relação ao campo disciplinar e investigativo da Didática. Identificando-a como mediação da unidade ensino-aprendizagem na relação com um saber em situações pedagógicas contextualizadas, aponta derivações para a investigação e a docência dessa disciplina.


Lenilda Rêgo Albuquerque de Faria apresenta, em seguida, o estudo denominado AS ORIENTAÇÕES EDUCATIVAS CONTRAHEGEMÔNICAS EM FACE DOS QUESTIONAMENTOS PÓSMODERNOS. E A DIDÁTICA COM ISSO? Trata-se de um estudo teórico com bibliografia e entrevistas a quatro estudiosos da Didática. Fundamentada no materialismo histórico-dialético, define como categorias as pedagogias contra- hegemônicas, pós-modernidade, crítica, práxis, pedagogia e didática, concluindo que a didática crítica não está se metamorfoseando em pós-moderna, embora haja presença desse ideário. E afirma que a função da didática consiste na produção de conhecimento que contribua para a efetiva função social da escola e o desenvolvimento da consciência pedagógica do professor.


No capítulo 4, O PROTAGONISMO DA DIDÁTICA NOS CURSOS DE LICENCIATURA: A DIDÁTICA COMO CAMPO DISCIPLINAR, Selma Garrido Pimenta, a partir de recentes experiências de ensiná-la em cursos de licenciatura, situa sua importância na formação humana e política dos futuros professores, apontando o paradoxo entre a expressiva produção de conhecimentos na área e a tendência em alguns cursos e em políticas de estados de excluir a didática dos currículos.Considerando que ela possui estatuto e objetos próprios, afirma sua finalidade de fundamentar os processos de ensino e aprendizagem compreendidos como práxis de inclusão social e de emancipação humana, e evidencia seu potencial para provocar as rupturas nos pré-conceitos de que os estudantes são portadores quando chegam aos cursos de licenciatura.


Considerando a Didática e as Práticas de Ensino como disciplinas articuladoras de questões e problemas diretamente relacionados ao ensino na realidade educativa, Maria Regina Guarnieri, no capítulo 5, PERMANÊNCIAS E NOVOS DESAFIOS DA FORMAÇÃO INICIAL: CONTRIBUIÇÕES DA DIDÁTICA E PRÁTICAS DE ENSINO NA PREPARAÇÃO DE PROFESSORES, mostra os efeitos perniciosos do distanciamento entre as instituições formadoras (escolas de educação básica e ensino superior) e da ausência de integração entre as disciplinas dos cursos de licenciatura; também evidencia os efeitos perniciosos de políticas governamentais na formação de professores.


No texto do capítulo 6, A DIDÁTICA E A DOCÊNCIA EM CONTEXTO, Umberto de Andrade Pinto analisa a prática docente em três dimensões: a dimensão do contexto institucional; do contexto da unidade escolar e a dimensão subjetiva do professor como pessoa e como profissional. E defende que a formação do professor deve ser compreendida no imbricado dessas dimensões. Para isso, afirma a importância da didática crítica construída nos últimos anos, que supera a visão prescritiva da área. Analisando as aproximações entre o campo de estudos da didática com o da formação de professores conclui que este último deve romper com a tradicional análise restrita à sala de aula, ou à subjetividade do profissional em si mesmo. É necessário considerar a subjetividade do profissional mergulhada nos contextos específicos da escola, das instituições e da sociedade mais ampla.


Maria Isabel de Almeida, com o trabalho FUNDAMENTOS PEDAGÓGICOS E DIDÁTICOS DA PRÁTICA DOCENTE UNIVERSITÁRIA E O LÓCUS PRIVILEGIADO PARA O SEU DESENVOLVIMENTO, encerra esta Parte I tratando da formação pedagógica do docente do ensino superior. Considerando que essa é uma área emergente, pois desse docente não se exige formação específica para ensinar, a autora traz contribuições que apontam para que não sejam repetidos os equívocos arraigados nas concepções tradicionais e tecnicistas que marcam a história da didática. Os argumentos que traz mostram que os docentes do ensino superior precisam se apropriar dos fundamentos teóricos e metodológicos do campo pedagógico e didático, para viabilizar um ensino capaz de responder às transformações sociais decorrentes da globalização e às ocorridas na própria universidade. E propõe que um projeto formativo seja assumido como responsabilidade institucional e não de cada professor individualmente.


Na segunda parte, reunimos os sete textos oriundos de pesquisas de campo sobre a disciplina de didática em cursos de diversas licenciaturas, incluindo a de pedagogia, a formação de professores da educação básica e do ensino superior. E, ainda, um texto sobre o projeto pedagógico enquanto conhecimento necessário à formação de professores.


A pesquisa realizada por Pura Lúcia Oliver Martins e Joana Paulin Romanowski, apresentada no capítulo 8, DIDÁTICA, PRÁTICAS DE ENSINO E EDUCAÇÃO BÁSICA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA, tem por base os cursos de Licenciatura de três universidades de grande porte, com vistas a evidenciar as relações entre Didática e Práticas de Ensino. A análise dos resultados mostra que essas relações assumem diferentes orientações conforme três eixos organizativos: eixo da pesquisa; eixo interdisciplinar; o próprio campo disciplinar. No conjunto, essas disciplinas raramente se articulam com a escola básica. Para ampliar esse distanciamento aponta como desafios ultrapassar o eixo epistemológico da teoria como guia da ação predominante nos cursos de licenciatura e trabalhar com a concepção da teoria como expressão da prática.


O capítulo 9, O ENSINO DE DIDÁTICA EM CURSOS DE LICENCIATURA NA PERSPECTIVA DO PROFESSOR FORMADOR, seus autores – Giseli Barreto da Cruz e Luis Paulo da Cruz Borges – apresentam resultados da pesquisa realizada com 40 professores de Didática de 03 universidades do Estado do Rio de Janeiro procurando verificar a relação com a escola básica e os dilemas na formação de professores no que se refere ao ensinar. Buscando a concepção didática e a compreensão que os formadores apresentam sobre o campo didático e na prática didática, concluem que os formadores que assumem ensino nos cursos de licenciaturas: não têm a Didática como objeto de pesquisa; suas concepções de Didática são várias; aqueles que já possuem experiência/estudo na área apresentam melhores condições para mobilizar os saberes da docência na formação dos estudantes no que se refere ao como e ao para quê ensinar.


DESLOCAMENTOS ENUNCIATIVOS E ELABORAÇÃO CONCEITUAL DE LICENCIANDOS DURANTE A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES é a contribuição de Teo Bueno de Abreu e Débora Galante Pinheiro discutindo os processos de apropriação e desenvolvimento conceitual de licenciandos de Ciências Biológicas da UFRJ/campus de Macaé. Os resultados mostram que os processos de apropriação do conceito de didática são heterogêneos e seguem diferentes percursos enunciativos; no processo houve um aumento da complexidade na elaboração dos significados, e forte influência da vivência no contexto escolar para a formulação dos enunciados dos licenciados.


O capítulo 11 traz a pesquisa realizada por Ligia Paula Couto sobre A PEDAGOGIA UNIVERSITÁRIA NAS PROPOSTAS INOVADORAS DE UNIVERSIDADES BRASILEIRAS: O CASO DA UFPRLITORAL, na qual é colocada a questão: às políticas de ampliação de vagas nas universidades públicas (realizadas no início do século XXI) corresponde a criação de políticas de formação pedagógica dos docentes? Discute e problematiza a polissemia do conceito de inovação , destaca a importância das questões pedagógicas e didáticas para uma re-configuração da relação entre ensino e pesquisa com vistas a uma formação de qualidade nos cursos de graduação.


O próximo capítulo traz a pesquisa de Lidenora de Araujo Cunha – O PROFESSOR DE DIDÁTICA E SUAS APRENDIZAGENS DOCENTES: UM ESTUDO FOCALIZADO NAS NARRATIVAS. Preocupada em investigar as aprendizagens docentes dos professores de Didática dos cursos de Pedagogia ao longo de suas trajetórias profissionais, registrada em seus memoriais, mostra, em seus resultados, que a prática pedagógica se constitui como fundamental para suas aprendizagens na medida em que infundiu, em suas histórias, o conhecimento da realidade das instituições escolares, ora por eles valorizado em suas atividades de formadores nos cursos de Pedagogia.


FORMAÇÃO DOCENTE: A DISCIPLINA DIDÁTICA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA é o texto apresentado por Gabriela Clotilde dos Santos e Helenice Maia, trazendo resultados de uma pesquisa também realizada em um curso de Pedagogia tendo por base as ementas das disciplinas Didática e Didáticas Específicas, pós as DCNs desses cursos. Na revisão teórica empreendida conclui que a disciplina Didática ora se volta para instrumentalizar os professores, ora para desenvolvimento de conhecimentos filosófico-pedagógicos. Apresentam, ainda, como resultados, a constatação de que, apesar de voltado à formação inicial docente, as disciplinas de Didática e de Didáticas Específicas nessa licenciatura não estabelecem interrelação entre prática instrumental e conteúdos das disciplinas teóricas; também predominam no curso as disciplinas das teorias políticas, sociológicas e psicológicas, com evidente desequilíbrio na relação teoria e prática.


Fabrícia Vellasquez Paiva e Ingrid Ribeiro de Araújo assinam o capítulo denominado A DIDÁTICA NA DIDÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA UFRRJ apresentando resultados de uma pesquisa preocupada em conhecer como Licenciaturas implantadas recentemente na Universidade pensam a formação plena de seus alunos, levando em conta as transformações nos perfis dos ingressantes na área de educação, motivadas por diversos fatores estruturais e conjunturais. Apontam aspectos positivos na formação de professores em turmas que reúnem licenciandos de várias áreas – matemática, ciências sociais – com estratégias metodológicas reflexivas na disciplina de Didática.


O capítulo 15 fecha a segunda parte e a coletânea com um tema diferente: PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: UMA EXPLICAÇÃO NECESSÁRIA. Nele, Daniele Coriolano da Silva, Isabel Magda Said Pierre Carneiro e Maria Marina Dias Cavalcante relatam pesquisa realizada em Fortaleza junto a professores de escola pública visando análise da construção de Projeto Político Pedagógico de escola. A análise de passagens do documento e excertos de entrevista relatados permitem, às autoras, apontar a relevância da didática em vários aspectos da vida institucional.


Esses breves resumos caracterizadores dos capítulos, em seu conjunto, são demonstradores da relevância das discussões que continuam na área. Trazendo dados das realidades múltiplas do país, contribuem para continuidade do debate e da esperança da revisão dessas mesmas realidades quando criticadas, sobretudo em tempos de necessidades urgentes da formação de docentes e de tantas crianças e jovens que precisam se beneficiar da educação seja ela escolarizada ou em outros ambientes que também fazem uso de fundamentos que a área da Didática fornece.

Capa1

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Detalhes

SUMÁRIO

  • Apresentação - Alda Junqueira Marin & Selma Garrido Pimenta
  • PARTE UM 
  • 1. A didática, as práticas de ensino e alguns princípios para a pesquisa e a docência - Alda Junqueira Marin 
  • 2. Antinomias na formação de professores e a busca de integração entre o conhecimento pedagógico-didático e o conhecimento disciplinar - José Carlos Libâneo 
  • 3. As orientações educativas contra-hegemônicas em face dos questionamentos pós-modernos. E a didática com isso? - Lenilda Rêgo Albuquerque de Faria 
  • 4. O protagonismo da didática nos cursos de licenciatura: a didática como campo disciplinar - Selma Garrido Pimenta 
  • 5. Permanências e novos desafios da formação inicial: contribuições da didática e práticas de ensino na preparação de professores - Maria Regina Guarnieri 
  • 6. A didática e a docência em contexto - Umberto de Andrade Pinto 
  • 7. Fundamentos pedagógicos e didáticos da prática docente universitária e o lócus privilegiado para o seu desenvolvimento - Maria Isabel de Almeida 
  • PARTE DOIS 
  • 8. Didática, práticas de ensino e educação básica na formação inicial de professores: uma relação necessária - Pura Lúcia Oliver Martins, Joana Paulin Romanowski 
  • 9. O ensino de didática em cursos de licenciatura na perspectiva do professor formador - Giseli Barreto da Cruz, Luis Paulo da Cruz Borges 
  • 10. Deslocamentos enunciativos e elaboração conceitual de licenciandos durante a formação inicial de professores - Teo Bueno de Abreu, Débora Galante Pinheiro 
  • 11. A pedagogia universitária nas propostas inovadoras de universidades brasileiras: o caso da UFPR-Litoral - Ligia Paula Couto 
  • 12. O professor de didática e suas aprendizagens docentes: um estudo focalizando narrativas - Lidenora de Araujo Cunha 
  • 13. Formação docente: a disciplina didática no curso de licenciatura em pedagogia - Gabriela Clotilde dos Santos Monteiro, Helenice Maia 
  • 14. A didática na didática: uma experiência de formação de professores na UFRRJ - Fabrícia Vellasquez Paiva, Ingrid Ribeiro de Araújo 
  • 15. Projeto político-pedagógico: uma explicação necessária - Daniele Cariolano da Silva, Isabel Magda Said Pierre Carneiro, Maria Marina Dias Cavalcante 
  • SOBRE OS AUTORES

Informações Adicionais

Autor (es) / Organizador (es) Alda Junqueira Marin & Selma Garrido Pimenta - orgs.
Editora (s) Junqueira&Marin Editores
ISBN 978-85-8203-092-9
Área (s) / Assunto (s) Didática; Pesquisa em Didática; Formação de Professores; Ensino Superior; Práticas de Ensino; Licenciaturas; Ensino de Didática
Edição / Ano 1ª / 2015
Nº de Páginas 264
Acabamento / Formato brochura - costurado e colado / 14cm x 21cm

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